Confronto direto entre o aço da pele e o coração malemolente.
Ja diziam os que viveram mais que nós: Seja quem você quer ser,não dependa de opinões desconstrutoras.
Qual a forma sensata de se estabelecer diante de uma situação onde varios apontam o caminho que você deva andar,a instabilidade de um lugar ruim para sua mente,criatividade e desenvolvimento,você simplesmente fica e vê a vida passando diante dos teus olhos?
Uma linha constante onde anda se equilibrando,querendo ou nao uma hora você pisa no vácuo e pensa que nao vai ter ninguem dentro dele para ver que quase se deslocou o que nao devia,mesmo que por um lapso de memória.
Sera a falta de malandragem diante das situações,falta daquele jeitinho que nós que vivemos aqui conhecemos?
Minha mente quer uma coisa que muitos julgam loucura,meu corpo nescessita de vida para isso,meus olhos lacrimejam quando sinto isso sendo alcançado,meu coração bate mais forte,mas esse,malemolente como só ele,me trai,infeliz,uma peça vital do meu sistema,justo a que organiza e distribui a vida.
Minha pele,dura feito aço,escamas de dragão,pesa,cansa,se machuca,mas o malemolente continua la,"malemolenciando" sem querer nada,esperando o momento certo pra me dar o bote.
Mas me pergunto,um é vital para o outro,por que julgar a circunstancias em que nos encontramos apenas em um agente e se refletirmos mais descobriremos que esse mesmo nao é o responsavel por tal dramatização,agora enfatizada.
Tudo o que acontece é por que queremos que aconteça,seja ruim,seja bom,seja mais ou menos ou superfluo,não adianta pensar em causar um conflito interno acusando duas ordens dinstintas que funcionam na totalidade,a insanidade momentânea é causada por aquilo que você quer que a cause.
Agora com todo esse argumento conflituoso,qual é a resposta pra isso?
Obviamente nao sei,ainda nao encontrei a resposta que defina Por quê sempre nos questionaremos com isso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário